Não cante o humano coração com mais verdade

O que me deixa mais triste são as falsas esperanças. Acho que as pessoas não deveriam falar frases dúbias ou de coisas que não pensam realmente em fazer.

Lembro-me ainda, daquela noite de abril em que você disse coisas que fizeram meu coração pular. E hoje? E nada.

“Maior amor nem mais estranho existe
Que o meu, que não sossega a coisa amada
E quando a sente alegre, fica triste
E se a vê descontente, dá risada (…)”

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Dando um trato no chamado “Lar”

limpar.jpgOntem comprei produtos de limpeza para dar um trato no apartamento, já que muito embora a moça venha fazer a limpeza de 15 em 15 dias, o apartamento fica imundo pouco tempo depois.

Dar uma varrida de leve no chão e passar um pano úmido para tirar o excesso de pó faz uma enorme diferença no bem-estar, e eu recomendo que (se você paga empregada ou faxineira, ignore), mesmo que você tenha preguiça, faça isso pelo menos uma vez por semana. Verá que vale a pena.

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Noitão HSBC Belas Artes

Estréia do circuito 2008 do Noitão HSBC Belas Artes – “Mistérios e Mentiras”

O HSBC Belas Artes programou para o seu Noitão inaugural de 2008, nesta sexta-feira (11 de janeiro) , a partir da meia-noite, um trio de filmes muito diferentes entre si, porém com pontos em comum: mistérios e mentiras.

Com exceção do filme-surpresa (revelado somente no momento da projeção) os demais são inéditos em circuito brasileiro. Um deles é A Quase Verdade, uma comédia romântica francesa dirigida por Sam Karmann e com elenco de primeiríssima linha, reunindo nomes como André Dussolier, Karin Viard e François Cluzet.
O alto nível da seleção prossegue com Paranoid Park, desde já candidato a cult movie, e que traz a assinatura do sempre inventivo Gus Van Sant, novamente se aventurando no universo da adolescência, depois do ótimo Elephant, com o qual ganhou a palma de ouro em Cannes.

A primeira coisa que digo é: Puta que o pariu! Como tava cheio aquela budega!

Chegamos pouco antes das 23h15 para comprar os ingressos e a fila já dobrava a Av. Paulista e se perdia no horizonte. Como é mal organizado! E quanta gente a toa! Quase 0h e ainda estávamos longe da bilheteria, sendo que a Sala que estava passando o “A Quase Verdade” já estava terrivelmente cheia. Resolvemos assistir primeiro o “Paranoid Park” pra depois assistir “A Quase Verdade”

Paranoid Park é um filme cult, ou seja, não faz muito sentido à primeira vista. Quem assistiu “Elephant“, perceberá que o filme segue a mesma ‘essência’, isto é, longos momentos de silêncio, sons, sons e mais sons e poucos diálogos. Um convite ao sono, ou a comentários surreais do tipo ‘MEEEEEEEEU, eu assistiria 3 vezes esse filme’, ou pior, ‘ESSE FILME É SENSACIONAL, É A TERCEIRA VEZ QUE EU ASSISTO’, que ecoavam das poltronas logo atrás.  O filme vale a pena ser assistido, mas eu gostei mais porque tinha espaço pra eu esticar as pernas na sala. O duro era uma menina que dava risada várias vezes durante o filme, sendo que a maior parte das cenas NÃO tinha graça nenhuma. Eram tristes, ou sinistras, melancolicas, talvez. Comentei que ela devia estar rindo da legenda, por que a tradução não era das melhores, mas isso não convenceu. Acharam que a menina era Autista por opção mesmo.

Pausa. Café, café, coca-cola e baldão de pipoca! Fila pra entrar, pra sair da sala, pra ir ao banheiro, pra comprar coisas, pra tudo. Pessoas baforando seus cigarros no local totalmente fechado e com ar condicionado ligado. Havia dois caixas, mas quando saímos da sala, apenas 1 funcionava, com aquela fila imensa que te desanimava. Mas, como nem tudo na vida é azar, o caixa à minha frente abriu e compramos as coisas sem fila… e o mais curioso é o fato de que o povo estava tão acostumado com as filas, que não reparou que o outro caixa também estava aberto (e sem fila). Filas são legais, devo dizer. Conversa-se sobre tudo e sobre nada, troca-se opiniões sobre coisas aleatórias, mantém-se um nível sadio de sociabilidade. Mas fila de mostra internacional de cinema e desses eventos, digamos, alternativos, é foda.

Tá certo que os comentários de hoje não superaram os da Mostra, mas foram quase.

Segundo filme: entramos na sala vazia, escolhemos lugares, sentamos e comemos pipoca e bebemos café quente sem açúcar. Não há nada que se compare a comer pipoca com café quente sem açúcar. Dois minutos depois a sala começou a encher, encher e inchou. Não havia lugares pra todos. Vários sentaram-se no chão, na escadinha, em qualquer cantinho disponível… típico de festivais.

“A quase verdade” que seria uma comédia francesa, e mais fácil de se entender, por assim dizer… não deu pra entender nada. Eu acho que apaguei umas 30 vezes durante o filme, sendo acordado com muita dificuldade quando o povo dava risadas. E não tinha espaço pra esticar as pernas!  Duro… a maioria que vai a esses negócios, não trabalha. Ficou muito óbvio, afinal, acordar as 6h pra trabalhar 8h do dia e depois ainda pegar sessão de cinema das 0h às 6h, sem dormir é foda.

Resolvemos não assistir o filme-surpresa (o hotel de um milhão de dólares)  e sim, passear pela pauliceia desvairada às 4h e curtir o restinho da noite. Aliás, vamos aproveitar que o dia amanhece um pouquinho mais tarde!

Esse tipo de programa deve ser feito uma vez na vida, mesmo!

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Cookies de Chocolate

Ingredientes

110 g de manteiga em temperatura ambiente
2 gotas de essência de baunilha
1 xícara (chá) de açúcar mascavo (ou refinado)
1 ovo
1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 xícara (chá) de castanhas-de-caju moídas
250 g de chocolate meio amargo

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Unte uma assadeira grande com manteiga e polvilhe com farinha de trigo.
2. Numa tábua, pique o chocolate.
3. Se as castanhas-de-caju estiverem inteiras, triture-as no processador de alimentos ou no liquidificador.
4. Numa tigela, peneire a farinha de trigo. Junte as castanhas-de-caju moídas e a manteiga amolecida. Misture com as pontas dos dedos até obter uma farofa úmida. Acrescente o ovo, o açúcar, o fermento e a essência de baunilha. Com as mãos, misture bem até a mistura ficar homogênea. Adicione o chocolate picado e misture novamente. Faça bolinhas do tamanho de uma noz.
5. Na assadeira untada, disponha as bolinhas, deixando 2 cm de espaço entre elas.
6. Com um garfo, pressione levemente cada bolinha para ficarem com um formato achatado.
7. Leve a assadeira ao forno preaquecido para assar por 25 minutos. Os cookies devem crescer e dourar ligeiramente. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade. Sirva a seguir.

Receitinha fácil e que rende vários cookies! Fiz hoje a tarde pro café e deu tudo certo, exceto duas coisas: minhas mão não são muito boas e por isso, as bolinhas não ficaram próximo do tamanho de uma noz. Os que ficaram menorzinhos, ficaram bem duros, do tipo ‘se eu jogar na sua cabeça, eu vou rachá-la’, ou seja, invariavelmente, esses pequeninos não são recomendados para pessoas que usem dentaduras.

A maioria ficou no tamanho ideal, bem consistentes e deliciosos. As minhas alterações (que na verdade não são alterações) foram apenas quanto a margarina, no lugar da manteiga, o chocolate em gotas (ao invés de picá-lo) e a castanha de caju moída (que já veio moída, pra tomar sorvete).

Uma dica é fazer bolinhos do tamanho de uma bola de pembolim e separá-los bem (para que não fiquem juntos) na forma. Apesar da castanha de caju não ser fundamental, eu achei que com ela, os cookies ficaram bem mais gostosos.

Fica muito bom acompanhando um café com leite :P

Recomendadíssimo.

Receita retirada daqui.

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SkreemR

SkreemR é um site de buscas que indexa arquivos de áudio na grande rede, podendo ser usado como um grande player on-line de música pra você.

Às vezes você está por aí e tá morrendo de vontade de ouvir aquela música! Se tiver um pouquinho de sorte, pode ouví-la diretamente do seu browser sem a necessidade de ter a música no seu computador. Com um pouquinho mais de sorte, pode até encontrar raridades.

A qualidade da música vai depender do arquivo, por isso, não esperem maravilhas. Pra dar uma ouvidinha, dá pro gasto.

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Mídia BenQ DJ Station

Quer dar mais vida aos CDs de áudio que você grava? A BenQ possui em sua linha de produtos, a Mídia DJ Station 52x que são CD-R desenhados que lembram os antigos discos de vinil.

BenQ DJ Station

Há cinco cores disponíveis: azul, verde, vermelho, laranja e o prateado, que dão todo um charme a mais às suas gravações. O pack que adquiri vem com 50 mídias, sendo 10 de cada cor. Sei que existe os packs de apenas uma cor, mas não achei.

De acordo com as especificações do fabricante, as mídias possuem a tecnologia Data Guard, composta por 3 elementos: Golden Recording Layer, Strenghened Substrate e o Durable UV Lacquer, que visa dar até 3x mais proteção aos dados gravados do que os dos concorrentes, protegendo seus dados contra mudanças de ambiente: calor, luz (raios UV), humidade e tempo.

Especificações:

Capacidade: 700 MB / 79 Min
Velocidade de gravação: 1X ~ 52X
Substrato : Policarbonato
Material de gravação: Ftalocianina Dye
Capa reflectora : Ag.
Vibração : Menos de 35 ns
Reflectividade Mais del 65%
Alimentação compatível 7~52 mW
Reading Power Menos de 1mW
Durabilidade Mais de 106 vezes
Duração Mais de 100 anos (5~30&degC, 5~60%RH)

O substrato de policarbonato é utilizado para dar melhor precisão e menor distorsão às gravações, e a utilização da phthalocyanine serve para dar maior durabilidade à capa de gravação, oferecendo uma longa durabilidade e proteção aos dados.

Paguei R$ 29,85 + frete, o que sem contar o frete, daria algo em torno de R$ 0,60 por unidade. Nada mal!

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Varejo virtual vs Varejo físico, quem ganha essa batalha?

Apesar de tantos banners nos principais portais mundo afora com anúncios de dezenas de ofertas com preços abaixo das lojas físicas, para muita gente isso ainda é mito.

Quem me conhece, sabe que eu sou maníaco por uma pechincha e sempre que começo a navegar numa dessas lojas ponto com acabo comprando alguma coisa. Resolvi dividir algumas de minhas experiências com compras.

Livro na FNAC: o pedido que se dizia ser concluído em até 7 dias úteis se desdobrou em 15 dias úteis. Resultado: recebi o livro muito fora do prazo e não pude apresentar esse livro na faculdade porque não tive tempo para ler.

Barney na SARAIVA: fiz o pedido desse brinquedo para presentear minha sobrinha no aniversário com 10 dias de antecedência para garantir que chegasse a tempo, entretanto o pedido não foi concluído dentro do prazo. Resultado, recebi um e-mail pedindo por mais prazo ou perguntando se eu queria cancelar o pedido. Cancelei o pedido e minha sobrinha ficou sem o dinossauro cantante dela e a saraiva com minha insatisfação.

DVD do jamiroquai na SUBMARINO: o pedido chegou além das expectativas inicialmente. A loja dizia que iria chegar em até 3 dias úteis e chegou no dia seguinte. Porém o dvd chegou danificado de fábrica e não rodava 3 faixas. Fiz um pedido de troca no site com bastante dificuldades. O site além de ser confuso, não consegui rodar de modo algum no firefox (só consegui abrir o site na parte de devolução pelo Internet Explorer). Feita a requisição de trocas, a empresa foi bastante feliz. Foram atenciosos e ágeis. O que mais me deixou impressionado foi que mandaram coleta via sedex em minha residência sem que fosse cobrado alguma taxa. Recebido o dvd, agora trocado, o dvd estava danificado. Porém agora em outra faixas. Dessa vez foi mais difícil fazer a troca. A parte de trocas do site ficou fora do ar por 2 dias e tive que conversar com 2 atendentes até tudo fosse esclarecido e fizessem outra troca. Novamente mandaram o CORREIOS recolher em minha residência e tudo foi resolvido dentro do prazo. Resultado: a submarino é atenciosa e possui uma estrutura que tenta satisfazer os clientes. Só precisa melhorar o site na parte de trocas.

x-box 360 na mondialshop: Uma tentativa frustrada tentando comprar um x-box 360 que se encerrou em um BO na policia civil de minha cidade. A oferta do video game era irrecusável e ficou famosa pelo shopping uol. O uol nunca se manifestou quanto a essa fraude. A empresa fechou, não sei se os donos foram indiciados por estelionato e eu fiquei sem meu dinheiro. Tenho receios ainda de que alguém possa usar meu CPF com má fé, uma vez que eles tiveram acesso a muitas informações minhas. Resultado: ainda espero todos os dias por ele. Quem sabe eu ainda recebo um tijolo empacotado :) .

Recentemente li uma pesquisa feito pela Pro-Teste* sobre compras on line e acabei comprovando o que eu sempre pensei. O mercado de varejo on-line ainda deve causar um pouco de receio a pessoas que nunca fizeram compras pela internet. Nenhuma empresa foi citada como muito boa e a maior parte delas ficou conceituada como regular ou ruim. Dessa forma, acredito que não seja apenas eu que sofre com essas empresas ponto com. Tudo isso deve ser fruto de um mercado extremamente oligopolizado e concentrado tal como devido a falta de fiscalização quanto a essas empresas. Mas tenho esperanças que isso vai mudar.

Mas se me perguntarem se eu ainda comprarei em sites? Claro que sim, a internet é o único lugar que consegue atender os meus nichos de mercados da Cauda Longa defendida pelo Chris Anderson. Infelizmente vivo a situação ou compro o que eu quero na internet na expectativa de não ter que enfrentar problemas ou compro o que eu mais ou menos gostaria de ter na loja do shopping do lado de casa.

*PRO TESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor conta hoje com mais de 200 mil associados, constituindo-se na maior associação de consumidores de toda a América Latina. É uma entidade civil sem fins lucrativos, apartidária, independente de governos e de empresas, e tem como objetivo A DEFESA DO CONSUMIDOR NO BRASIL.

**Mercado livre não foi citado, porque se eu fosse citar, teria de iria escrever páginas e páginas de reclamação de inúmeros vendedores que passam pessoas para trás todos os dias.

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Sônia Rocha, um mito

Conheci o trabalho de Sônia Rocha por indicação de um amigo. Coisas do tipo “o primo do cunhado do conhecido do vizinho do colega de trabalho do porteiro do prédio da amiga do colega do curso de inglês do meu tio” ouviu em algum lugar e divulgou. Não é algo que vá ganhar o Grammy Latino, mas é importante conhecer essas aberrações coisas.

E não estou desmerecendo a artista, mesmo não conseguindo levar a sério, só estou fazendo a minha parte: contribuindo com a divulgação. Neste site, você tem acesso a dois albums dela.

Quer conhecer mais? Clique aqui

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Se as meninas do Leblon não olham mais pra mim… eu fico sem óculos?

É. Realmente para aqueles que se sentem felizes por não serem dotados de um nariz imenso a la Gonzo dos muppets babies, ainda há um pequeno (no sentido amplo da coisa) problema. Eu, como muitos outros, tenho nariz pequeno e enfrento esse problema. Nariz pequeno, comum entre asiáticos, é um grande problema para comprar um óculos de sol. Em geral, o óculos nunca consegue um encaixe no nariz, ou seja, sempre fica caindo, e por consequência as bochechas ficam pegando na armação quando se estampa um sorriso na cara. E o que fazer quando isso acontece? Entrar com o carro na contramão como Hebert Viana diz em sua música não é a melhor solução (veja bem que em sua música ele nunca citou que era um óculos de sol ou um óculos de leitura, lol).

Fazendo uma pesquisa pela internet, descobri que a oakley  lançou uma série especial para  vários modelos de óculos chamado Asian Fit. Segundo o fabricante, se o óculos fica caído no rosto ou não fixa bem no nariz, a saída é o tal do Asian Fit. O formato dessa série foi desenvolvido para adapatar-se em pessoas com aspectos antropomórficos como os dos asiáticos. Veja bem, você não precisa ser um japa pata ter um desse, mas sim ter um nariz pequeno Para mais informações do desse modelo, vocês podem entrar no site.

Bom, eu comprei um óculos desse e estou aguardando chegar, quando tê-lo em mãos, eu posto uma opinião mais embasada do assunto.

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Homem paga caminhão com R$ 45 mil em moedas

Paul Brant se considera um poupador de centavos, mas suas economias em moedas de dólar comprovaram seu apelido. O americano de 70 anos usou mais de US$ 25 mil (cerca de R$ 45 mil) em moedas para comprar um caminhão na última sexta-feira.

Se fosse no Brasil, ele não teria tanta sorte. O dinheiro dele ia desvalorizar, teria de cortar 3 zeros, e se bobear, não teria valor nenhum, afinal, quantas vezes o nosso dinheiro mudou de nome?

Fonte: Terra

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