Arquivo para janeiro, 2008

Dando um trato no chamado “Lar”

limpar.jpgOntem comprei produtos de limpeza para dar um trato no apartamento, já que muito embora a moça venha fazer a limpeza de 15 em 15 dias, o apartamento fica imundo pouco tempo depois.

Dar uma varrida de leve no chão e passar um pano úmido para tirar o excesso de pó faz uma enorme diferença no bem-estar, e eu recomendo que (se você paga empregada ou faxineira, ignore), mesmo que você tenha preguiça, faça isso pelo menos uma vez por semana. Verá que vale a pena.

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Noitão HSBC Belas Artes

Estréia do circuito 2008 do Noitão HSBC Belas Artes – “Mistérios e Mentiras”

O HSBC Belas Artes programou para o seu Noitão inaugural de 2008, nesta sexta-feira (11 de janeiro) , a partir da meia-noite, um trio de filmes muito diferentes entre si, porém com pontos em comum: mistérios e mentiras.

Com exceção do filme-surpresa (revelado somente no momento da projeção) os demais são inéditos em circuito brasileiro. Um deles é A Quase Verdade, uma comédia romântica francesa dirigida por Sam Karmann e com elenco de primeiríssima linha, reunindo nomes como André Dussolier, Karin Viard e François Cluzet.
O alto nível da seleção prossegue com Paranoid Park, desde já candidato a cult movie, e que traz a assinatura do sempre inventivo Gus Van Sant, novamente se aventurando no universo da adolescência, depois do ótimo Elephant, com o qual ganhou a palma de ouro em Cannes.

A primeira coisa que digo é: Puta que o pariu! Como tava cheio aquela budega!

Chegamos pouco antes das 23h15 para comprar os ingressos e a fila já dobrava a Av. Paulista e se perdia no horizonte. Como é mal organizado! E quanta gente a toa! Quase 0h e ainda estávamos longe da bilheteria, sendo que a Sala que estava passando o “A Quase Verdade” já estava terrivelmente cheia. Resolvemos assistir primeiro o “Paranoid Park” pra depois assistir “A Quase Verdade”

Paranoid Park é um filme cult, ou seja, não faz muito sentido à primeira vista. Quem assistiu “Elephant“, perceberá que o filme segue a mesma ‘essência’, isto é, longos momentos de silêncio, sons, sons e mais sons e poucos diálogos. Um convite ao sono, ou a comentários surreais do tipo ‘MEEEEEEEEU, eu assistiria 3 vezes esse filme’, ou pior, ‘ESSE FILME É SENSACIONAL, É A TERCEIRA VEZ QUE EU ASSISTO’, que ecoavam das poltronas logo atrás.  O filme vale a pena ser assistido, mas eu gostei mais porque tinha espaço pra eu esticar as pernas na sala. O duro era uma menina que dava risada várias vezes durante o filme, sendo que a maior parte das cenas NÃO tinha graça nenhuma. Eram tristes, ou sinistras, melancolicas, talvez. Comentei que ela devia estar rindo da legenda, por que a tradução não era das melhores, mas isso não convenceu. Acharam que a menina era Autista por opção mesmo.

Pausa. Café, café, coca-cola e baldão de pipoca! Fila pra entrar, pra sair da sala, pra ir ao banheiro, pra comprar coisas, pra tudo. Pessoas baforando seus cigarros no local totalmente fechado e com ar condicionado ligado. Havia dois caixas, mas quando saímos da sala, apenas 1 funcionava, com aquela fila imensa que te desanimava. Mas, como nem tudo na vida é azar, o caixa à minha frente abriu e compramos as coisas sem fila… e o mais curioso é o fato de que o povo estava tão acostumado com as filas, que não reparou que o outro caixa também estava aberto (e sem fila). Filas são legais, devo dizer. Conversa-se sobre tudo e sobre nada, troca-se opiniões sobre coisas aleatórias, mantém-se um nível sadio de sociabilidade. Mas fila de mostra internacional de cinema e desses eventos, digamos, alternativos, é foda.

Tá certo que os comentários de hoje não superaram os da Mostra, mas foram quase.

Segundo filme: entramos na sala vazia, escolhemos lugares, sentamos e comemos pipoca e bebemos café quente sem açúcar. Não há nada que se compare a comer pipoca com café quente sem açúcar. Dois minutos depois a sala começou a encher, encher e inchou. Não havia lugares pra todos. Vários sentaram-se no chão, na escadinha, em qualquer cantinho disponível… típico de festivais.

“A quase verdade” que seria uma comédia francesa, e mais fácil de se entender, por assim dizer… não deu pra entender nada. Eu acho que apaguei umas 30 vezes durante o filme, sendo acordado com muita dificuldade quando o povo dava risadas. E não tinha espaço pra esticar as pernas!  Duro… a maioria que vai a esses negócios, não trabalha. Ficou muito óbvio, afinal, acordar as 6h pra trabalhar 8h do dia e depois ainda pegar sessão de cinema das 0h às 6h, sem dormir é foda.

Resolvemos não assistir o filme-surpresa (o hotel de um milhão de dólares)  e sim, passear pela pauliceia desvairada às 4h e curtir o restinho da noite. Aliás, vamos aproveitar que o dia amanhece um pouquinho mais tarde!

Esse tipo de programa deve ser feito uma vez na vida, mesmo!

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Cookies de Chocolate

Ingredientes

110 g de manteiga em temperatura ambiente
2 gotas de essência de baunilha
1 xícara (chá) de açúcar mascavo (ou refinado)
1 ovo
1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 xícara (chá) de castanhas-de-caju moídas
250 g de chocolate meio amargo

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Unte uma assadeira grande com manteiga e polvilhe com farinha de trigo.
2. Numa tábua, pique o chocolate.
3. Se as castanhas-de-caju estiverem inteiras, triture-as no processador de alimentos ou no liquidificador.
4. Numa tigela, peneire a farinha de trigo. Junte as castanhas-de-caju moídas e a manteiga amolecida. Misture com as pontas dos dedos até obter uma farofa úmida. Acrescente o ovo, o açúcar, o fermento e a essência de baunilha. Com as mãos, misture bem até a mistura ficar homogênea. Adicione o chocolate picado e misture novamente. Faça bolinhas do tamanho de uma noz.
5. Na assadeira untada, disponha as bolinhas, deixando 2 cm de espaço entre elas.
6. Com um garfo, pressione levemente cada bolinha para ficarem com um formato achatado.
7. Leve a assadeira ao forno preaquecido para assar por 25 minutos. Os cookies devem crescer e dourar ligeiramente. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade. Sirva a seguir.

Receitinha fácil e que rende vários cookies! Fiz hoje a tarde pro café e deu tudo certo, exceto duas coisas: minhas mão não são muito boas e por isso, as bolinhas não ficaram próximo do tamanho de uma noz. Os que ficaram menorzinhos, ficaram bem duros, do tipo ‘se eu jogar na sua cabeça, eu vou rachá-la’, ou seja, invariavelmente, esses pequeninos não são recomendados para pessoas que usem dentaduras.

A maioria ficou no tamanho ideal, bem consistentes e deliciosos. As minhas alterações (que na verdade não são alterações) foram apenas quanto a margarina, no lugar da manteiga, o chocolate em gotas (ao invés de picá-lo) e a castanha de caju moída (que já veio moída, pra tomar sorvete).

Uma dica é fazer bolinhos do tamanho de uma bola de pembolim e separá-los bem (para que não fiquem juntos) na forma. Apesar da castanha de caju não ser fundamental, eu achei que com ela, os cookies ficaram bem mais gostosos.

Fica muito bom acompanhando um café com leite :P

Recomendadíssimo.

Receita retirada daqui.

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SkreemR

SkreemR é um site de buscas que indexa arquivos de áudio na grande rede, podendo ser usado como um grande player on-line de música pra você.

Às vezes você está por aí e tá morrendo de vontade de ouvir aquela música! Se tiver um pouquinho de sorte, pode ouví-la diretamente do seu browser sem a necessidade de ter a música no seu computador. Com um pouquinho mais de sorte, pode até encontrar raridades.

A qualidade da música vai depender do arquivo, por isso, não esperem maravilhas. Pra dar uma ouvidinha, dá pro gasto.

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